Entrevista com Danny Dyer – Embaixador Mundial da Grant’s

Os smartphones foram, talvez, a melhor invenção dos últimos quinze anos. Não por serem aparelhos práticos e versáteis, que contém todo o conhecimento do mundo a, literalmente, o toque de nossos dedos. E nem por nos ajudarem a economizar preciosos minutos em um mundo cuja maior commodity é, justamente, tempo. Não, a função mais importante mesmo é disfarçar minha fobia social.

O smarphone é um escudo. Um verdadeiro campo de força invisível. Ao descer os olhos e deslizar os polegares opositores sobre a tela preta, tudo é perdoado. Não há remorso no silêncio, mesmo no ambiente mais constrangedoramente social do mundo – o elevador. Com meu celular na mão, nunca mais precisei falar do tempo, do jogo de futebol que eu não vi ou qualquer outra aleatoriedade.

E pode parecer um contra senso isso, especialmente vindo de alguém cujo trabalho é, essencialmente, comunicação. Mas não é. Tenho uma enorme dificuldade em conversar. Tenho medo dos silêncios constrangedores. E de parecer enfadonho. Ou animado demais. Isso, claro, sóbrio. Depois de umas duas doses, posso conversar sobre tudo – das especificações técnicas do colisor de hádrons ao último sucesso “juntos e shallow now“.

Assim, quando recebi o convite da Interfood de realizar uma entrevista exclusiva com Daniel Dyer, o embaixador mundial da Grant’s, para aprender sobre a recente reformulação visual da marca, fiquei tenso. Mas nos primeiros minutos que encontrei Danny, percebi que meus medos eram completamente infundados. E não era apenas o Old Fashioned de Grant’s no meu copo. O papo fluiu, para mim, tão bem como new-make spirit descendo pelo spirit safe da Glenfiddich.

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Danny foi escolhido entre mais de cinco mil participantes em um dos maiores concursos da indústria da bebida. O programa se chamava “The Greatest Job Interview in the World” e tinha como objetivo, justamente, escolher um embaixador para a nova fase da Grant’s. Que, agora, conta com as palavras “Triple Wood” nos rótulos de algumas expressões de seu portfólio, bem como uma garrafa bem mais sofisticada. Mas a melhor pessoa para explicar tudo isto não sou eu. É Danny. Vamos a ele.

Para começar, você tem viajado muito. Qual foi a sua melhor experiência?

Eu recebo essa pergunta algumas vezes. Eu não tenho o que mais gosto. Eu tenho aquelas que foram um grande choque para mim. Porque eu não viajei muito antes de conseguir este emprego. E o maior choque que tive foi quando fui para a África. Você tem uma ideia de como é, mas você realmente não sabe até chegar lá.

Fui para a Tanzânia e depois para o Quênia, Nairobi. Nós fomos de carro da Tanzânia para o Quênia, e quando chegamos a Nairobi, achei que fosse um lugar completamente diferente. Era como um lugar com muita energia, e muito atual. Foi a primeira vez que vi pessoas com Grant’s em suas mesas. Isso nunca acontece. Eu fiquei muito surpreso e passei ótimos momentos lá.

Então, o que você achou do Brasil? E quais foram suas expectativas?

O Brasil é ótimo. Eu não sabia o que esperar. Exceto pelo futebol. Eu sou um grande fã de futebol, eu amo o Celtics. E o Brasil pra mim sempre foi futebol. Quando cheguei aqui, foi bem cedo de manhã, e fui direto para o bar Guilhotina (para um guest bartending e apresentação para o on-trade). E a partir daí, me senti mais confortável. Fui bartender por alguns anos, então, a partir daí, tive uma melhor ideia do cenário.

Desde o primeiro momento, todos foram muito atenciosos, amigáveis e calorosos comigo, Compartilhando seus conhecimentos, eu sabia que estava em um abiente legal. Quando você vê os bartenders, você sabe como os consumidores serão, como a vida noturna será. Pessoas muito amigáveis.

Tudo indo bem, meu chefe disse que eu voltarei para o Brasil no próximo ano e espero ter mais tempo para explorar e conhecer os lugares. Dedos cruzados para que eu volte no próximo ano!

Vamos falar de whisky. Me conta um pouco mais sobre o Grant’s.

Eu acho que o Grant’s é uma ótimo blend. Tudo está equilibrado. O objetivo de todo blend é este. Quando a Escócia produzia apenas single malts, muito antes do licenciamento das destilarias, vendíamos nossos single malts para os ingleses. E eles diziam que era muito duro, muito forte. E assim, decidimos misturá-lo, para facilitar para o paladar inglês. Para mim, um blend deve ser essa mistura perfeita de partes trabalhando juntas. Eu gosto de todos os uísques, mas para mim, Grant’s é o que se destaca. É um Speyside clássico.

Que bom que você mencionou Speyside. Vocês só usam maltes Speyside na mistura?

Não não. Na verdade, usamos 25 maltes diferentes de toda a Escócia. Alguns não são do nosso portfólio. E nós temos nossa destilaria de uísque de grão, que é uma enorme coluna, com mais de 30 metros (100 feet). É impressionante. O uísque de grãos é feito com trigo ao invés de cevada e eu tive a oportunidade de prová-lo. E, sensorialmente, é frutado, lembra pera. E quando você tem a oportunidade de provar o single grain maturado, o sabor lembra aquelas balinhas de fruta americanas, com cremosidade.

Você tem que pensar que 60% da mistura vem do grain whisky, então quando você tem o grain whisky mais procurado em toda a indústria – Girvan – você está se saindo bem. E nós ainda temos Brian Kinsman como nosso master blender e Kelsie como seu aprendiz de blender. Eles têm que pegar 25 maltes únicos de todos os tipos, que devem combinar com o grain whisky. E deve haver consistência. Há cinco anos, hoje e daqui mais cinco anos, Grant’s tem que ter o mesmo sabor. A coisa mais difícil no portfólio é esta – novas destilarias estão morrendo e algumas nascem. Então não é como se houvesse uma receita. Isso muda o tempo todo.

A destilaria da Grant’s, Girvan.

Conte-me mais sobre a “Triple Cask Maturation”, a maturação em três barricas distintas, que está no rótulo do Grant’s.

Isso é algo que já fazíamos há bastante tempo. Usamos estes três tipos de barris para maturar todos os nossos whiskies. Mas ninguém sabia disso. E no ano passado, com o lançamento da nova garrafa e o novo portfólio, chegou a hora de contar às pessoas sobre a qualidade de nosso blended scotch whisky.

Então, os três barris são o de carvalho virgem, o de bourbon de reuso e carvalho americano de ex-bourbon de primeiro uso. Quando você está bebendo Grant’s puro, você percebe uma pimenta, que é do carvalho virgem.. Um sabor tânico, seco e de carvalho. O bourbon de primeiro uso traz certas notas clássicas de bourbon, baunilha, avelãs, açúcar mascavo. E, finalmente, com os barris de reuso você obtém o caráter da destilaria, porque a influência do barril é menor e o new-make spirit aparece.

Usar o carvalho virgem é muito raro na indústria do uísque escocês. Vocês usam muito isso?

Bem, eu não tenho certeza se deveria te dizer, eu poderia ter problemas. Bem, desculpe Brian, aqui vai. Usamos cerca de 5% de carvalho virgem. 5% da garrafa é de carvalho virgem. A razão é que é que ele é muito intenso. O sabor é super forte. E isso traz esse tempero e afeta bastante a cor também. Parece um barril de jerez, mas quando você prova, tem aquele sabor tânico de carvalho. E isso é apenas 5%;

E a composição? Quais são os maltes centrais lá? Glenfiddich e Balvenie? E a nova destilaria, Ailsa Bay?

Abrimos Ailsa Bay para ser quase uma réplica do Balvenie e como ela é operada. Não vou dizer que é a destilaria mais avançada tecnologicamente, mas é incrivelmente avançada. Uma pessoa pode executar todo o show, é muito impressionante. Eu passei algum tempo com o stillman lá, e ele me explicou que você pode realmente mudar como o mosto se comporta até – não me entenda mal, há seis telas na frente do cara, mas eles realmente sabem exatamente o que está acontecendo e o que vai acontecer se você mudar algum parâmetro. O Triple Wood e o Grant’s Smoky têm o Ailsa Bay, e você pode realmente sentir isso na mistura.

Ailsa Bay ainda tem também uma serpentina de refrigeração de aço inoxidável, ao invés de cobre. Como você sabe, o cobre limpa o new-make, remove os compostos sulfúricos. Mas o aço faz com que os aromas de fumaça e sulfuroso passem. Quando eu vi pela primeira vez, ainda pensei “não pode fazer tanta diferença“. Mas faz. E é apenas um malte, uma pequena porção do blend. Um malte muda tudo.

Alambiques da Ailsa Bay (fonte: scotchwhisky.com)

Agora, Glefiddich e Balvenie são enormes destilarias de single malt. Então, de novo, provavelmente serei morto por dizer isso, mas cerca de 6 ou 7 anos atrás paramos de usar Balvenie em Grant’s apenas porque o mundo do uísque está ficando louco por single malts. Então, Glenfiddich faz Glenfiddich e Balvenie faz Balvenie. Não há Glenfiddich ou Balvenie nos blends, porque é tudo engarrafado como single malt. Infelizmente, não podemos usá-los. Mas há inúmeras outras destilarias que podemos usar, de acordo com nossas especificações e nossos padrões, nos blends.

Me fale sobre o rebranding. Por que é importante colocar as informações sobre os barris no rótulo?

Eu acho que os consumidores estão ficando mais espertos. No passado, havia muito sobre o produto ainda estar na família e escolher os melhores grãos e tudo mais, mas acho que qualquer um pode dizer isso, certo?

Não se trata de chamar sua atenção na prateleira do duty-free. Mas parecer e soar ainda melhor. Então, para um bartender, quando a garrafa parece boa e eles sabem a história, faz sentido.

Quando colocamos “Triple Wood” lá, embora nem todos que comprem uísque sejam tão geek quanto você e eu, eles entendem a importância. A madeira é 60% do sabor que vem na mistura. Isso é o que está afetando o sabor. Mas não é apenas o nome. é a mudança da garrafa. A garrafa velha é um pouco como um cara alto e desengonçado. A nova garrafa é mais forte, parece mais forte. E os consumidores também se sentem assim. Muito mais confiantes!

A nova garrafa

E é verdade, isso é ótimo.

Sim, a informação procede, é real, não é papo furado.

Grant’s deve ser para todos. Grant’s tem um estigma de ser o whisky do vovô. Não é. A qualidade do líquido é tão boa que é uma pena que alguém não se permita experimentá-lo. Então, se temos que mudar a garrafa e o nome para isso, para mostrar o quanto somos realmente bons, então que assim seja. Agora podemos começar a mostrar. Nós fazemos isso há 125 anos, então estamos fazendo algo certo. Somos a terceira maior empresa de bebidas alcoólicas do mundo e a terceira mais vendida do mundo.

E mais. O Grant’s recebeu muitos prêmios. Dentre eles, o IWSC, que é super importante. No ano passado, Grant ganhou prêmio de destilaria do ano. Também ganhou produtor de uísque escocês do ano. E não é um caso único. Ganhou prêmio de produtor do ano por 12 vezes.

E esta é a maior mudança que fizemos em nosso portfólio por um longo tempo. Não é só o nome. É também o lema do nosso clã “Stand Fast“. Significa manter-se firme em seus pontos de vista, ficar com sua família e amigos e crescer forte juntos, e é isso que a Grant’s acredita. Também temos o que chamamos de “nosso músculo”, “nosso mestre” e “nosso criador”. Nosso músculo faz os barris. Nosso mestre mistura nosso uísque juntos. E o criador, faz o uísque. E nós somos a única destilaria do mundo a ter os três sob o mesmo teto.

É uma bela história, e você parece saber de trás pra frente. Você é embaixador há quanto tempo? E quantos países você já foi?

Por dezoito meses. E perdi a conta dos países. Mas pelo menos 20. Eu estive em Amsterdã na semana passada. E daqui, eu vou para o México, depois para a África. É ótimo, eu amo isso.

Nossa, quanta coisa. Aliás, você foi selecionado entre cinco mil participantes. Me conta da entrevista para virar o embaixador de Grant’s.

Essa pergunta sempre me faz rir. Foi a coisa mais louca que aconteceu. Um ano e meio atrás eu estava trabalhando em um bar de uísque, e um dos meus amigos me ligou um dia e me perguntou se eu queria viajar pelo mundo. Eu não tinha Instagram ou qualquer coisa, e não ligava muito pra midia social. Ele me mostrou o concurso da Grant’s, o “Greatest Job Interview in the World”.

Então eu fiz um certo Instagram, comprei algumas garrafas de Grant’s e convidei meus amigos, bartenders, para fazer alguns coquetéis. Na verdade, não me lembro muito daquela noite, mas um coquetel foi feito e postado. E algumas semanas passaram, e eu recebi um e-mail com “parabéns”, seguido rapidamente por “você está entre os 250 finalistas”. Então, parabéns e 250!

O e-mail dizia que eu tinha que fazer um vídeo para explicar meu ponto de vista como embaixador. Se fosse escolhido, iria para Dufftown (onde está Glenfiddich, pertencente à Grant’s). Então chamei um amigo, que é cineasta e ator – eu também costumava ser ator. E eu disse: “Eu sei o que eu quero fazer, eu tenho o script na minha cabeça, nós vamos até ao Water of Leith em Edimburgh. Traga sua câmera, ok? ”. Bebemos uma dose de Grant’s de café da manhã naquele dia. E no primeiro take foi perfeito, e nós o enviamos. Uma semana depois, eu estava entre os 20 finalistas.

Belo cenário para um vídeo!

E foi ótimo. Eu não sei se você já esteve em um lugar cheio de fãs de uísque e entusiastas. O pessoal de Grant’s é otimo em escolher pessoas. Havia uma grande energia lá. Eles conseguiram pegar 20 pessoas que não eram apenas entusiastas, mas não eram afetados ou metidos sobre o assunto. Fizemos muitos desafios e lembro-me do último dia, em que tomamos algumas boas doses para celebrar. E no dia seguinte, logo de manhã, estávamos todos alinhados logo ao lado da loja na Glenfiddich. Eu fui o segundo nome que eles chamaram. Eu comecei a chorar. Foi demais.

E aí me disseram que eu viajaria para a Rússia e depois para Taiwan ao longo de dez dias para apresentar Grant’s. E aqueles dez dias foram os dez dias mais loucos da minha vida. Eu desembarquei na Rússia e foi um vôo e tanto. Eu estava exausto, mas muito animado. E nos próximos três dias com a equipe na Rússia, eu não dormi. Eu preparava coquetéis em todos os bares. Eu chegava em um bar e alguém dizia “vai pra trás do balcão”. “Você tem certeza?” “sim, certeza, vai pra trás do balcão”. Então, bom, eu tenho uma lembrança confusa do que era a Rússia, mas muito divertida. Em certo ponto resolvi também declamar poesia escocesa para os russos. “Eu vou mandar aqui uns Robbie Burns”. E ainda arrematei com Bukowski.

Depois, fui pra Taiwan. e os lugares não poderiam ser mais diferentes. A Rússia tem uma máscara que, quando você a remove, passa a amá-la. Mas em Taiwan, eu tinha pessoas aleatoriamente correndo até mim e me cumprimentando porque eu era um pouco diferente. Foi fantástico. Eles tinham alguns desafios, ou tarefas, como eles chamavam. Um deles era uma harmonização de pratos com Grant’s. Foi realmente lindo.

Por fim, eu fui para a Austrália e conheci o time lá. Justin, que é o nosso embaixador do Monkey Shoulder, estava lá e me disse “você deve estar morrendo, vamos te dar uma folga”. E assim que saí do avião e fui para o hotel ele disse “É brincadeira, você está prestes a atravessar a Sydney Harbour Bridge”. E novamente, eu preparei coquetéis em toda parte. Em um barco, inclusive!

E quando voltei para casa, me senti estranho. Eu fui trabalhar alguns dias depois, e foi como se uma parte de mim tivesse sido removida. Foi como “Estou aqui, estou fazendo isso, mas tudo mudou“. E cerca de três semanas depois recebi um telefonema do nosso diretor de marca na época, ele disse “você conseguiu o emprego!”. Eu estava olhando para a parede ao telefone, e disse: “você tem certeza?“, E eu gritava, xingava e dizia “Me desculpe, mas você tem certeza?“. De lá, contei a novidade aos meus pais, e foi ótimo.

Vamos falar rapidamente sobre coquetéis. qual é seu preferido?

Eu acho que Old Fashioned. Old Fashioned mostra realmente o que é o uísque. Mas há um que eu amo só porque eu absolutamente odiava como um bartender. Qual é o coquetel que odiamos porque estamos a dez minutos do fechamento do bar e alguém pede um ou dois e, de repente, todo mundo está pedindo igual. Sabe qual é? Expresso Martinis!

E um Expresso Martini com o Grant’s é ótimo. Porque você muda o sensorial neutro da vodka por algo mais carregado, e isso o torna ainda mais quente.

De volta ao uísque – qual é o seu uísque favorito de Grant’s?

Gosto muito do Grant’s defumado, o Grant’s Triple Wood Smoky Blend. Eu também amo o finalizado em barris de cerveja ale, o Ale Cask. Foi o primeiro uísque a ser finalizado em um barril de cerveja. Não foi Glenfiddich IPA. Este foi vinte anos depois. O Sr. Balvenie (David Stewart, master blender da Balvenie) fez isso em 1996. E eu ainda acho que é um dos melhores Grant’s por aí.

Mas o que eu mais gosto é provavelmente o Rum Cask. Na minha segunda semana no trabalho, fui ver Brian Kinsman e ele tinha esses whiskies na frente dele. E ele disse “você vai experimentar alguns whiskies”. “Está bem”. “Então, o que você pensa sobre eles?”. E eu disse “bem, eles são muito legais”. E ele me perguntou “o que você escolheria?” E eu escolhi um. Ele então olhou para mim e disse: “Você acabou de escolher Grant’s Rum Cask”. E eu disse “não, sério mesmo?” Isso me deixou muito feliz!

Nossa. Pelo jeito, você e Grant’s foram feitos um para o outro!

Sim, acho que faz sentido!

6 thoughts on “Entrevista com Danny Dyer – Embaixador Mundial da Grant’s

    1. Roberto, obrigado!

      Não vai. É o mesmo whisky – muda a identidade visual, apenas. O Family sai, entra triple wood.

  1. Mau, bom dia!

    Quero agradece-lo e parabeniza-lo por esta entrevista incrível com meu irmão por parte de “whisky”….kkk Foram 4 dias intensos com o Danny e passaram muito rápido. Logo teremos ele aqui novamente e quero poder proporcionar novas esperiencias para os tradicionais e novatos bebedoures de whisky.
    Beijos,

    Bia

      1. Mestre, me enche de orgulho tamanha qualidade em um blog brasileiro.
        Muito conteúdo, muita informação, perfeito para um Geek Entusiasta como eu haha.
        Abraço e parabéns!

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