Jim Beam Bourbon – Sobre unanimidades

Talvez muitos dos leitores aqui não saibam disso. Já contei uma vez há algum tempo – sou advogado. Meu primeiro trabalho foi em um escritório relativamente grande de São Paulo, na área de Mercado de Capitais – talvez a segunda especialidade com a maior fauna de estereótipos, depois da famigerada trabalhista. A equipe era formada por quatro pessoas. Ou melhor, quatro personagens, todos com jeitos e gostos diferentes. O que, de certa forma, era enriquecedor, porque sempre conseguíamos abordar os problemas com diferentes enfoques, discutir e chegar à melhor saída. A equipe funcionava muito bem graças à essa diversidade. Quer dizer, quase sempre. Menos no almoço de equipe.

O almoço de equipe era um conflito quase irresoluto. Um era apaixonado por uma hamburgueria tão cara, mas tão cara, que o preço só se justificaria se os hambúrgueres fossem feitos de carne do rebanho de gado do Senhor Todo Poderoso, se o Senhor Todo Poderoso tivesse um rebanho de gado. Outra sempre queria comida japonesa. O sócio, Sr. Roberto, preferia o árabe, por conta das esfirras de ricota. E eu, recém-formado, com minha carteirinha da ordem meramente ornamental, topava qualquer um que não me transformasse em um camponês medieval, preso à terra, trabalhando um dia inteiro para pagar uma refeição.

Colhendo milho pro senhor feudal fazer bourbon.

Havia, porém, uma Suíça nessa história toda. Um restaurante buffet, que servia uma comida bem honesta. Não era o tipo de lugar que você iria para fotografar os pratos para colocar no Instagram. Mas ele tinha de tudo um pouco, e aí que estava sua genialidade. No polarizado mundo dos restaurantes especializados, ele não era nada. Ou melhor, era apenas um restaurante onde esfirras conviviam pacificamente com hambúrgueres e comida japonesa de autenticidade duvidosa. E por conta disso, era sempre o escolhido. Ele não ofendia ninguém.

Há conflito bem semelhante a esse no mundo do whisky. Todos nós temos preferências. Certos indivíduos – com bom gosto – são apaixonados pelos whiskies enfumaçados. Outros preferem aqueles com influência vínica e especiarias. Já alguns gostam daquele convidativo sabor adocicado e floral. Há também aqueles que não gostam muito do destilado puro, e preferem combiná-lo com outros ingredientes em coquetéis.

Encontrar um meio termo não é muito fácil. Porém, na singela opinião deste Cão, se houvesse um bourbon whiskey que pudesse atender a todos os gostos, ao menos minimamente, este seria o Jim Beam. O Jim Beam é um bourbon relativamente simples, sem muita complexidade e com graduação alcoólica baixa. E seu diferencial é justamente este. Por conta de seu perfil de sabor – aliado ao preço de combate – ele é capaz de agradar a quase todos os gostos, não importa quão diferentes. É um bourbon honesto, e não há nada intrinsecamente ruim sobre ele. Por isso mesmo que ele é um enorme sucesso. O Jim Beam é quase a democracia norte-americana em estado líquido.

O Jim Beam White Label – vamos chamá-lo aqui pelo nome completo – é o bourbon whiskey mais vendido do mundo. Atualmente, ele pertence à gigante multinacional Beam Suntory, que também detém marcas importantes como os single malts japoneses Yamazaki e Hakushu e as destilarias Laphroaig e Bowmore. Além deles, o grupo possui uma pletora de whiskeys americanos, com os mais variados perfis de sabor e faixas de preço, como Maker’s Mark, Knob Creek, Basil Hayden’s, Booker’s, Baker’s, Old Grand-Dad e Old Crow.

Apesar do enorme sucesso de hoje, a marca possui origens humildes. Ela foi fundada em 1795 por Jacob Beam, sob o nome de Old Jake Beam e em 1933 foi rebatizado para Jim Beam. A empresa – sempre sob controle familiar – sobreviveu à belle epoque e a duas grandes guerras. Durante os anos da lei seca, foi que encontrou mais dificuldade. Mas mesmo assim, apesar de todas as adversidades e com um empurrãozinho financeiro externo, a empresa cresceu e se estabeleceu como sinônimo da bebida americana. Até hoje a produção ainda é supervisionada por um membro da família de seu fundador, apesar do controle societário nipônico. Atualmente, o Sr. Fred Noe.

A família Beam não é a única a trabalhar na companhia por mais de uma vida. A levedura utilizada no processo de fermentação de seu mosto também. Ela pertence à mesma linhagem desde o final da Lei Seca – ou seja, é uma família que presta serviços ao bourbon por mais de setenta e cinco anos e, facilmente, milhares de gerações. Essa linhagem é tão preciosa à Jim Beam que exemplares são guardados em locais distintos, evitando que fosse perdida em algum acidente ou catástrofe.

Não, não vou falar da Mila Kunis. Esquece.

Como todos os bourbons, o Jim Beam White Label é produzido predominantemente de milho. Sua mashbill conta com 75% de milho, 13% de centeio e 12% de cevada maltada. A maturação ocorre em barris virgens e torrados de carvalho americano, e leva em torno de quatro anos. Se comparado a um whisky escocês, é bem pouco. No entanto, o calor do kentucky acelera bastante seu processo de amadurecimento. A graduação alcoólica de entrada nos barris é de 62,5% – o máximo permitido pelo Code of Federal Regulations.

Como um whisky para se tomar puro, o Jim Beam não é muito além de razoável. Porém, ele funciona bem com gelo, e muito bem para certos coquetéis, especialmente aqueles com perfil amargo ou azedo. É um bourbon whiskey com excelente preço, versátil e despretensiosamente agradável. No improvável caso de você nunca ter provado um bourbon, ou se estiver procurando um whiskey democrático e fácil de beber, o Jim Beam é um bom ponto de partida. Porque – adaptando a frase do grande poeta que inspirou o nome deste blog – whisky também é arte do encontro embora haja tanto desencontro no mundo do whisky.

JIM BEAM WHITE LABEL

Tipo – Kentucky Straight Bourbon

ABV – 40%

Região: N/A

País: Estados Unidos

Notas de prova

Aroma: adocicado, açúcar refinado, baunilha. Muita baunilha.

Sabor: adocicado, com açúcar refinado. Algo frutado. Mais baunilha. Sinto-me mastigando um toco de baunilha.

Com água: A água torna o whiskey ainda mais doce.

54 thoughts on “Jim Beam Bourbon – Sobre unanimidades

    1. Diogo, nunca testamos, mas pode funcionar. Porém, talvez fosse interessante usar um bourbon com ABV mais alto, por conta da mínima evaporação que pode acontecer durante a maturação. Recomendaria um Evan Williams (o normal mesmo, que tem 43%), Maker’s Mark (para um coquetel mais adocicado) ou o Wild Turkey 101 Bourbon (esse com 50% ABV).

        1. Diogo, vai provando de tempos em tempos pela torneirinha para ver como está. Não pode ficar licoroso, não é a ideia. A oleosidade deve ser semelhante àquela do coquetel. E a madeira tem que dar um “Punch”, mas não pode dominar tudo. Da primeira vez que testei, deixei 8 semanas direto em uma barrica de bálsamo. Deu terrivelmente errado. O melhor é acompanhar de perto.

          1. Fala Mauricio. Comprei dois jim beam hj na black friday a 69. Vou comprar o barril e fazer o teste. Te dou o feedback aqui. Abraço

  1. Gosto muito dos teus textos!
    Poderia escrever algo comparando os chamados bourbons dos chamados whisky? Caso ainda não o tenha feito… Vou procurar agora.

    1. Fala PAtrick! Meu caro, não tenho um texto comparativo. Mas temos séries sobre a produção dos dois. Procure aí: “como bourbon (e tennessee whiskey) é feito” e “como whisky é feito”

  2. Sempre sigo seus posts mas nunca tinha comentado. Quando decidi morar no Brasil e por falta de rum de qualidade por estas terras, me converti num fiel apreciador do whisky. E concordo plenamente, nada no mundo do whisky é mais democrático uma dose de o Jim Beam com duas pedras de gelo. Obrigado por seus ensinamentos. Grande abraço.

  3. Gosto muito de jack Daniela já o Jim bem achei fraco tomando puro ouvindo um bom rock qndo vi já tava na metade do litro…com gelo não provei vou aceitar a dica

  4. Olá cão.
    Antes de continuar vou dizer que leio os textos do cão engarrafado a um bom tempo, infelizmente me falta o tempo de comentar.

    Nesse não posso falhar, texto muito legal e informativo, eu em geral só bebo, mas no caso do jim beam eu já pesquisei bastante, isso pelo fato de ser meu whiskey preferido, incluindo aqueles que custam sete vezes mais do que o “humilde” bourbon.
    Em geral gosto dos sabores mais fortes para qualquer bebida, o Jim não bate muito nessa tecla, acho que o que faz eu gostar é o fato dele descer bem fácil e ser bem saboroso, esse é um dos poucos que sempre bebo sem por uma pedra de gelo. Queria realmente poder pagar barato nele no Brasil para ser minha bebida Standard se ter em casa.

    Cão, aproveitando para agradecer os textos, obrigado pela produção e boa sortw na continuidade. Um abraço

    1. Opa, tudo bem Mateus? Muito obrigado! Comente sempre que puder!

      Fique de olho em promoções e sites de ofertas. o Jim Beam tem ótima distribuição por aqui. E se gostou dele, arrisque o Evan Williams (o normal, da garrafa quadrada). Pode ser que se torne um caso de amor.

      Abraço!

  5. Ótima matéria. Salivei por um Boulevardielson agora (twist de Boulevardier que desenvolvi na época do HOME SP blendado em amburana com Bacardi Ocho). Cheers!

    1. Grande Tom!! Como vai, meu caro?

      Esse boulevardielson deve ser incrível!! Estou há meio passo de colocar meu barrilzinho de amburana em uso novamente!

  6. Como vai, mestre?
    Como dou preferência para a bebida pura e menos adocicada, acabo partindo pra algo com mais centeio. Quando falamos de bourbon.
    De qualquer forma, sempre bom aprender sobre whisky e principalmente sobre peças tão importantes na história do destilado.

    Grande abraço!

  7. Eu realmente acho que gelo faz um uísque perder a graça. Isso sou eu aos 34, aos 20 eu usava muito gelo e achava que seria apenas um velho aos 34. Não me enganei tanto, mas aboli o gelo.

    Ainda assim não condeno quem o use; recomendo pedras maiores pra controlar a diluição. Já gelei uísque e ele perde muito do seu sabor e aroma, mas muito mesmo. Talvez alguns respondam bem a temperaturas baixas, mas não acho que seja o caso do Jim Beam White.

    Sejamos francos: sou mirim nos uísques, mas um desbravador e estudioso (a.k.a. ver vídeos no Youtube e ler blogs como este canino). Estou realmente angariando repertório olfativo e gustativo; minha percepção sobre cachaças e uísques em relação a uns 5 anos é brutalmente diferente. E foi nesse meio tempo que eu (re)descobri o Jim Beam.

    Havia tomado há muitos anos através de subtração familiar: eu assaltei o bar do meu pai no meio da noite. Lembro apenas de achar forte, mas gostoso. Mal sabia eu sobre bourbons, sobre single malts, blendeds… Mas ali estava algo que eu achei agradável. E com gelo.

    Atualmente o Jim Beam virou o meu bourbon mainstream pra se ter em casa. Já foi o Old Nº7, mas hoje eu sinto muita acetona no velho Jack. Culpa de um certo youtuber chato dos uísques que acha “cool” críticas destrutivas pra parecer seletivo sendo arrogante – e ainda me influenciou, caralhos.

    Aqui em casa o Jack tá reservado pra um bom Old Fashioned, um Whiskey Sour, um Lynchburg Lemonade, drinks onde acho que ele e sua doçura fecham perfeitamente; o Jim Beam virou o queridinho pra quando quero poupar o Woodford ou o Bulleit. Ou até mesmo num Manhattan, onde acho que ele cai muito bem. Enfim, o Jim Beam (que eu já achei que fosse J&B pelos meus 20 anos) é meu bourbon querido, pau pra toda obra. Aprendi a apreciar tudo que ele tem a oferecer, sem morrer de amores, mas respeitando profundamente. E sem gelo.

    1. Opa, fala Neloy. Pois é, na verdade o gelo disfarça alguns aromas e sabores. Mas sabe, há whiskies que eu realmente acho que ficam gostosos com gelo. Jameson e Monkey Shoulder, por exemplo. Claro, pedras grandes, sempre. Gostei da história da subtração familiar. Já fiz isso também, tanto para coleção quanto para beber…rs.

      Acho que a história do Jack é gosto. Eu não gosto de falar mal de um whisky, ainda mais dentro da realidade brasileira, onde um whisky simples já é bem caro. Por outro lado, o cara que fala mal dá uma visão autêntica do gosto dele. Se certa pessoa tem um gosto parecido, é um instrumento valioso. Particularmente, acho o Jack e o Beam honestos como whiskies coadjuvantes, e ótimos para coquetéis que exigem um whiskey de perfil mais neutro/equilibrado.

      Você tem aí uma frase de ouro. Aprender a apreciar tudo que tem a oferecer, não ser apaixonado, mas respeitar. Ninguém está lá por acaso.

    1. Opa, fala Ranieri!

      Meu caro, vai de cada um. rs.

      Numa degustação analítica, jamais gelo. Um pouco de água, para diluir, apenas, depois do segundo gole puro. Mas para se tomar por prazer, gelo, fácil. Em coquetéis se adiciona gelo, e há muito mais coquetéis com bourbon do que com scotch whisky. Não vejo nenhum pecado!

  8. Bom. Dizer o que desse texto muito bem elaborado. Parabéns. Comecei há pouco tempo no Bourbon, com um Jack old no.7, digo que gostei, pois uma garrafa durou um final de semana. Peguei agora o Jeam, vou ver como vai. Primeiro vai puro, depois com gelo.

  9. Bom dia!!!
    Meu nome é Sylvio Júnior.
    Conheço vários escocêses, mas apesar da vontade ainda não provei um genuíno Bourbon!!!
    Buscando informações, achei este belo grupo que muito me enriqueceu!!! Acabou que comprei uma garrafa ontem à noite para experimentar. Acho que vou apreciar muito!!! Chegará meados de maio.

    Obrigado!!
    Forte abraço à todos!!!

  10. Alô galera!!
    Muito bom dia!!!

    Ontem experimentei o Jim Beam. Gostei muito!!! Achei uma bebida macia com aromas e sabores muito agradáveis. Fiz uma degustação, depois tomei puro e depois servi uma boa dose com gelo. Para acompanhar, castanhas do Pará!!! Ficou bem harmonioso!!!
    Com certeza um Whiskey que sempre terei em casa!!!

    Agora vou experimentar com gelo de água de côco. Deve ficar bem legal tb!!!

    APROVADO!!!

    Obrigado, um abraço à todos e tenham um excelênte final de semana!!!

  11. Por favor, encontrei algumas garrafas de Jim Beam aqui no Brasil que tem valvula no gargalo, todas seladas…nos Estados Unidos ou nas freeshops de areoporto elas vem sem…seriam falsas…??
    Agradeço suas opiniões.

    1. Mann, não. No Brasil elas vêm com o dosador. É uma opção de mercado, justamente para evitar a falsificação 🙂

  12. Sabemos que existem bebidas incríveis pelo mundo… Mas no contexto “$” comparado com bebidas do mesmo custo… Qual seria a ‘nota’ do Jim, ou ranking entre as melhores bebidas com esta faixa de custo?

    1. Nossa André, pergunta bem complicada e subjetiva essa. Ranking de acordo com qual avaliador/avaliação? Que leva em conta quais valores?

      O Jim Beam é um bom custo-benefício para um bourbon de entrada no mundo todo. Por isso mesmo que ele é o bourbon mais vendido do mundo. Mas não saberia dizer como ele ranqueia frente a outros whiskeys na sua faixa de preço, tampouco outras bebidas. 🙂

  13. Ôpa!!!
    Valeu Amigo Cão!!!
    Ontem aproveitando uma excelênte promoção, adquiri uma garrafa do Ballantine’s Finest (que é o Balla basicão, mas eu gosto…), e estou aguardando a entrega de outra boa promoção que aproveitei, duas garrafas de Black and White (whisky que muita gente diz não gostar, mas acho que irá cair bem no meu gosto!!!), e é isso aí amigão!!!

    SAÚDE!!!

    1. Opa, aproveite as compras, Sylvio. E a realidade é que não existe whisky ruim. É como pizza (e outras coisas que não vale mencionar por discrição)!

  14. Seu estilo textual é exímio. Adoro ler seus textos. São os melhores. Sim! Mais uma coisa. Tenho seguido quase que um ritual próprio. Vou no mercado, compro um uísque que ainda não conheço, chego em casa, procuro o referido no seu blog, faço a leitura, abro e tomo! Não sei, mas sempre sinto a impressão (sem dúvidas, psicológica) de que o uísque fica mais gostoso. Abraço amigo!

    1. Opa, que baita elogio, Francisco. Muito obrigado!

      Também tenho um ritual bem parecido. Pior são as notas. Quando leio as notas de degustação antes de provar o whisky, consigo apenas sentir o que li! 😀

  15. O Jim Beam tem dosador ? Estou estranhamdo pois comprei uma garrafa no supermercado Pão de Açúcar e ele veio com dosador….Já comprei muitos mas nunca vi um assim….obg

    1. Márcio, todos os Jim Beam que comprei no Brasil tem dosador. Até onde sei, é uma escolha comercial da empresa, mas sempre foi assim por aqui.

      Em mercados internacionais, talvez não. Se você comprou nos EUA ou em algum país vizinho, talvez venha sem, com o screw cap de metal.

  16. Pude notar muito o gosto da espiga do milho. Sabe quando vc morde a espiga e sobra o caldo? Pois é, uma sensação de espiga de milho com o esfumaçado da madeira do carvalho. Conclusão final? Gostei… um Bourbon diferente e muito vendido nos EUA. Mas, sem torcer o nariz para o Jim, ainda continuo com o velho Jack.

    1. Muito bom, Celso! E parabéns por encarar esses whiskeys sem o preconceito – brasileiro – contra o milho. Coisa criada por aqui por conta de cerveja, e que nada tem a ver com a questão do whisky!

  17. Viva! Depois de ler o seu texto sobre o democrático Jim Bean, fiquei cheio de sede e procurei na garrafeira de casa por esse “precious”… E não é que Deus existe mesmo? O seu texto fez-me sede e vou beber noite dentro, bem justificado e legitimado pelos seus argumentos.
    Vamos ver como é que amanhã acordo e vou trabalhar….
    Abraço a partir de Lisboa!

    1. Hahahaha! Fantástico. Essas são as melhores descobertas.

      Um grande abraço do outro lado do Atlântico!!

  18. Parabéns pelo site cão.

    Não entendo nada do assunto, e seu site é bem completo, e está ajudando muito.

    Agora algumas dúvidas.
    Qual o melhor Bourbon pra começar a desbravar esse mundo, o Jim Beam White, ou o Evan William Black?
    Um seria melhor que o outro pra tomar puro/com gelo/ou para drinks?
    Ou são equivalentes e pode o preço ser o fator determinante da escolha?

    Obrigado e novamente parabéns pelo conteúdo disponibilizado.

    1. Fala Rafael! Muito obrigado, meu caro.

      Eu costumo não tomar partidos, mas… eu ficaria com o Evan Williams Black (o de entrada).

      Mas mudaria para o Beam se fizesse o upgrade para a expressão mais sofisticada. Entre Evan Williams 1783 e Jim Beam Black, ficaria com o Beam.

      Abs!!

  19. Olá cão.

    Primeiramente, parabéns pelo site, muito completo e instrutivo, especialmente para aqueles que não entendem muito desse universo inteiro.

    Agora uma dúvida.
    Para começar a se aventurar pelos Bourbon, qual você indica, o Jim Beam White, ou o Evan Williams Black?

    Qual deles é mais negócio para beber puro, com gelo ou em drinks?
    Ou são equivalentes e no limite vale se atentar ao preço?

    Mais uma vez parabéns pelo site e obrigado!

    1. Fala Rafael! Muito obrigado, meu caro.

      Eu costumo não tomar partidos, mas… eu ficaria com o Evan Williams Black (o de entrada).

      Mas mudaria para o Beam se fizesse o upgrade para a expressão mais sofisticada. Entre Evan Williams 1783 e Jim Beam Black, ficaria com o Beam.

      Abs!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *